Livros publicados

 

  "Coleção Encontros Literários" 

 
 
 
 
"Nas malhas do devaneio: o dia em que Fernando Pessoa nos reinventou" (2013)
- Diálogo em volta da fogueira
 
"Quando se procura desvelar um enigma, clarear um mistério, o que provoca em nós essa constante inquietação, essa angústia inominável do improvável: o eu se desmancha, se dissolve, se desintegra. É como se o ser se tornasse ausência. É assim que eu via o Fernando. Por isso ele concebia a vida como um simples mortal, ele se viu e se sentiu devaneando até ao extremo possível do limite. E nessa atitude devaneante forjou uma nova realidade: a da vida como ficção."
 
 
 
 
 
  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
"Movidos pelo desejo: Emma Bovary e Dr. Fausto: a danação da viagem" (2013)
 
"Uma história de paradoxos, um diálogo impossível, mas rico em situações de confronto de realidade: a espera da vida, as decisões sobre o futuro, o implacável passar do tempo. Emma Bovary tenta confrontar o Dr. Fausto em alternativas sobre os rumos de sua vida. Não há como fugir ao destino gerado pelas atrações entre pessoas às vezes díspares, mas que buscam, umas nas outras, a si mesmas."
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
"Do assombro e do provável: Clarice Lispector e Hamlet: o labirinto da consciência" (2014)
 
"Hamlet: E o amor. Clarice? O que você pensa do amor?
 
Clarice: O amor é uma fonte. É o mundo inteiro querendo passar pela nossa garganta, nós querendo engoli-lo e não podendo. E essa fome, essa ânsia, não se sacia nunca.
(...)
O amor, Hamlet, assim como quase tudo o que é belo e demoníaco ao mesmo tempo, é apanágio dos seres que permitem que neles pulsem o desejo de ficções extraordinárias, capazes de os libertarem do cativeiro dos dias comuns, sempre iguais, repetitivos, tristes, acabrunhados, sem brilho."
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
"Do esplendoroso caos. Dom Quixote e Nietzsche: a metamorfose do humano.(2014)
 
"Nietzsche: Eu vivi sempre no fio da navalha. Feri-me incontáveis vezes e pude ver as feridas cicatrizarem. Outras se abrem. E nem por isso sou capaz de me afastar da implacável lâmina. Torno-me indefeso. O lugar de todos os combates é o lugar onde não me encontro. Tudo em mim está cheio de abismos. Eu sou o abismo. Mas sou também a aurora, o amanhecer, o despertar das trevas. 
Vim a este mundo para falar do caos e de uma nova ordem. Uma ordem sem adágios. Uma ordem singular. Sem ordem. Quer dizer, sem definitivos absurdos e estreitos.
 
Dom Quixote: Você proclama o impossível!"
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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